domingo, 22 de março de 2015

Mulher Cuidadosa


Todo ser humano deve comportar-se com elegância, como um sinal exterior de sua vida interior.
De fato, embora o interior seja o que mais valha, deve ela exteriorizar-se.
É próprio da antropologia corretamente entendida que seja assim, dado que o ser humano é dotado de corpo e alma substancialmente unidos.
O que é interno deve manifestar-se externamente.
Diz-nos a boa filosofia católica que a ordem exterior reflete a ordem interior.
Daí a elegância, como traço natural distintivo da delicadeza da alma, seja própria do verdadeiro cristão, mais ainda da mulher.
Nossa imagem deve projetar nossos valores pessoais mais profundos: assim, se uma mulher é piedosa, busca a castidade, evitará conversas mundanas e se vestirá com sobriedade.
A elegância verdadeira deve brotar do interior da mulher.
Não só é uma distinção das formas e das maneiras, como também, em um sentido mais profundo, um modo como a própria mulher se valoriza e se percebe.
Andam juntas elegância e autoestima (a verdadeira, pois de falsas autoestimas, mais vaidade do que outra coisa, o mundo contemporâneo está cheio).
Como a mulher se sente, assim se projeta no exterior.
A elegância não se limita às vestes.
É, antes de tudo, um jeito característico de portar-se e de falar. o porte diz tudo: altivo, mas não prepotente; humilde, mas não subserviente; nobre, mas não afetado - assim deve ser a  mulher, principalmente a  mulher de Deus.
Circunspecção e discrição devem ser palavras de ordem à mulher católica.

Eis que aqui termino a minha homenagem ao Mês da Mulher...

Mulher Cuidadosa


Todo ser humano deve comportar-se com elegância, como um sinal exterior de sua vida interior. De fato, embora o interior seja o que mais valha, deve ela exteriorizar-se.
É próprio da antropologia corretamente entendida que seja assim,dado que o ser humano é dotado de corpo e alma substancialmente unidos. O que é interno deve manifestar-se externamente. Diz-nos a boa filosofia católica que a ordem exterior reflete a ordem interior. Daí a elegância, como traço natural distintivo da delicadeza da alma, seja própria do verdadeiro cristão, mais ainda da mulher. Nossa imagem deve projetar nossos valores pessoais mais profundos: assim, se uma mulher é piedosa, busca a castidade, evitará conversas mundanas e se vestirá com sobriedade.
A elegância verdadeira deve brotar do interior da mulher. Não só é uma distinção das formas e das maneiras, como também, em um sentido mais profundo, um modo como a própria mulher se valoriza e se percebe. Andam juntas elegância e autoestima (a verdadeira, pois de falsas autoestimas, mais vaidade do que outra coisa, o mundo contemporâneo está cheio). Como a mulher se sente, assim se projeta no exterior.
A elegância não se limita às vestes. É, antes de tudo, um jeito característico de portar-se e de falar. o porte diz tudo: altivo, mas não prepotente; humilde, mas não subserviente; nobre, mas não afetado - assim deve ser a  mulher, principalmente a  mulher de Deus. Circunspecção e discrição devem ser palavras de ordem à mulher católica.

sábado, 21 de março de 2015

Mulher a favor da vida


Fortaleza e dignidade são seus adornos; ela sorri para  o futuro.
(Pr 31, 25)

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