
Era uma vez um anjinho que...
Ficou pensando no que levar às pessoas no Natal e se acordou, evidentemente, que o mundo andava:
Tão consumista...
Tão entediado...
Tão desnorteado...
Tão cheio de futilidades...
Tão inconsequente...
Tão entediado...
Tão desnorteado...
Tão cheio de futilidades...
Tão inconsequente...
Sagrada Família
Um vale muito frio
Uma viagem muito penosa
Afinal, uma estalagem
Depois, casa solitária
Tratamento grosseiro e áspero
José buscava lugar cômodo
Maria necessitava sentar e descansar
Feliz, piedosa, paciente, humilde e esperançosa era.
José, triste, abatido, lacrimoso
Último refúgio, gruta, caverna
Água no odre
Fogo aceso
Divino menino nasce
Tira maldição do mundo
Abre-se o Céu
Novo Éden na Terra
Reina a humildade
Manjedoura como berço
Pobreza humana
Luz sobrenatural ronda-lhes
Anjos celestiais, mensageiros
Prostrados diante deles
Santos pais cantam louvores,
Doce canto
Emanuel
Deus conosco
Criança pobre
Pastores presentes
Grande esplendor
Presépio vivo,
Grande felicidade
Doçura...
FELIZ NATAL A TODOS OS AMIGOS DO BLOG!



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